domingo, 5 de agosto de 2007

Toulouse.
E aqui estou eu.
Os ultimos gestos com presença comum.
Refazer os caminhos e as ruas sozinha e acompanhada ao mesmo tempo... très dificile.
Cidade que é principio, fim e que deve voltar a ser principio.
Il est partout...

sexta-feira, 3 de agosto de 2007


Malas aviadas.
Toulouse, para seguir as pegadas do Papá. Para estar com ele, também de uma outra maneira.
Como se segue uma pessoa que não pisa o chão, que voa, que flutua?
Arles pelo meio, é uma outra alegria partilhada.
Fotografia de Michael Ackermann

quinta-feira, 2 de agosto de 2007


Corpo
Humano. Nasces e dão-te um corpo, com uma bomba engaiolada e dizem-te: respira!
Nasço e tenho corpo. Tenho corpo quando percebi a bomba engaiolada que trago dentro. E quando respiro, porque mo disseram.
Percebi que tenho corpo e bomba porque respirei.
Nasces quando começas a respirar. Um acidente. Um espasmo e entra ar. E tosses. E o corpo, com a bomba engaiolada (re)começa, com o ar que respiras. E que te disseram.
Intensão, creatividade, consciencia: a bomba continua engaiolada mas empurra o meu corpo e não preciso que me digam: respira!


Pérdida de las fronteras,de las cortezas. De los limites.
A veces viajo en el metro, o en el bus. Y sin saber como mis manos estan unidas como cuando saludo a alguién. Las miro, como si no fueran mias. Y lo son!! Y entonces por dentro, en mi. Me pregunto y calculo donde termina una y empieza la otra. Son un mismo cuerpo.

Desenho de Louise Bourgeois

quarta-feira, 1 de agosto de 2007


Da un salto negro el gato de la pared al fondo del misterio.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Confesso… Aquí vai: que ando a angariar “clientes” para o meu blog. Pessoas simpáticas, disponíveis e curiosas. Que querem ver as minhas fotografias e os desenhos que decido colocar. E depois chegam aqui e as imagens são quase microscópicas, sem possibilidade de ampliar.
Confesso... que só agora descobri a maneira de as mostrar não tão microscópicamente.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Este fim-de-semana que começa já, será de praia.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Une « Œuvre d’art » est le résultat d’une action dont le but fini est de provoquer chez quelqu’un des développements infinis. D’où l’on peut déduire que l’artiste est un être double, car il compose les lois et les moyens du monde de l’action en vue d’un effet à produire l’univers de la résonance sensible.
"L’infini esthétique" de Paul Valéry