Agita-me! Agita-me! Na cabeça as ideias refrescam-se com novos ares: Madrid!
Fotografia extraída de uma pequena encomenda (familiar)!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Eu andava à procura das linhas para explicar a leveza do verão. Em que a pele estica e dá comichão porque abusamos do sol enquanto nos lambe. Ajustado assim ao corpo como um abraço à medida.
De volta a Portugal, mas é só de passagem. Para trás ficam 3 anos de Arles, que não vi passar mas que senti na pele. Agora ergo o meu pé direito graças à minha perna direita e ao músculos que a preenchem e tento que o pé toque no chão o mais longe possível. Andar para a frente.
Arles, sexta-feira 11 de junho 2010, com o Pablo, a Laura, o Olivier, o Xavier, o Pierrick, o Arnaud Claass e a Léa. O bom polaroid da Sue.
Já há muito que não dedico umas linhas ao meu bloguezinho. Mas as últimas, muitas, semanas foram intensas carregadas. E o cérebro não tem flexibilidade para piadas visuais: De modo que vou contar tudo, desde a última vez.
Estive de novo em Paris por causa da candidatura à Casa de Velazquez que se revelou um fiasco (para o ano há mais) Dia 9 de Junho obtive, gloriosamente (diga-se de passagem), o meu Diploma ENSP - muito conhecido en su casa, tão exclusivo, tão exclusivo que só existe aqui E no próximo dia 3 de Julho inaugura uma exposição colectiva (com mais 3 amigas), de alunas finalistas da ENSP, em Arles. A verdadeira Crème de Crème photographique faz uma passagem pbrigatória pelo festival RIP, e nós estamos incluídas na Selecção Oficial. YES!
Grande cereja no cocuruto do bolo, Amigos!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
o gesto prático... em Paris e em Aix-en-Provence
terça-feira, 4 de maio de 2010
Después de la invitación de Laura Covarsí para producir uno de sus Dobladillos de Canela y Tinta, os invito a visitar su web (click en el logo a la derecha) para que conozcais mi propuesta: Dobladillo nº8 - El Arca. Sólo teneis que descargarlo y imprimirlo.
A vida no campo, com um olho nos quadros de Degas. Em trânsito, entre a minha última Feria arlésienne e Paris, amanhã. Para rever, com estes olhos ver, os quadros de Lucien Freud. E a Eva.
Andar à procura. Nos armarios, nas casas velhas, das velhas, coisas velhas. Pensar que se pode recuperar tudo e ainda ter espaço para as coisas novas. Ou a reapariçao num novo corpo das mesmas de antigamente. Sem. Cada hora que passa ser informado que também seremos as velhas coisas velhas das velhas. E se nos adiantassemos um passo e nao acumulassemos nada porque de todas as maneiras vai fora? E sera antigamente. Esvaziar para encher para esvaziar para encher para esvaziar para encher. A felicidade de ler corpos que enchem para nao esvaziar, sao raros.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Hino ao cuidado e à delicadeza de querer preservar, fazer durar, eternizar um pouco o que é Lisboa, Dezembro 2009
A todos, declaro, que lamento a ausência de novidades deste lado do mundo virtual. Para terem uma boa ideia daquilo que faço viagem até: www.mariadomarrego.com Na nova morada serei mais ajuizada e mais lenta.
Aqui darei mais espaço ao texto e ao meu mental desarranjo.
Borboletas - no estômago, são bom presságio "a thousand kisses deep" A primeira onda - la première vague "Parole étouffée sous les roses" Yeux maritimes Feux artificiels Les mots espagnol - Catalejos o Imperdible Calendrier de l'avent Les Kinder Surprise Îles Thé - litres de thé Nuages - ils sont impensables Optimisme - la douceur est invincible Paresse - sans culpabilité Plaisir - tous Schubert, Keith Jarrett et un peu de Stravinsky Séduction - séduite par la séduction Faire l'amour - une douceur violente Lecture - phrases infinites et silencieuses
A morte, tão presente. Ainda não percebi bem o que é. Sei que é coisa funda, que une e desune. Que afasta, enterra. Que não tem imagem nem se parece a nada.
Desencadeia vontades Como isto.
A Coluna do Meio
"A Coluna do Meio pode não estar visível em determinados momentos, pode não haver sinal ou matéria dela permanentes; ela surgirá então, por momentos, por um efeito que depende mais da imaginação do que da vontade de quem a procura e também de quem a constrói."
Octavio Paz
"L'autre est notre double, l'autre est le fantôme inventé par notre désir. Notre double est autre et cet autre, pour être toujours autre et pour toujours, nous nie: il est au-delà, jamais nous ne parvenons à le posséder tout à fait, perpetuellement étranger.(...)Dans cet au-delà réside la liberté de l'autre et ma reconnaissance de cette liberté. À cet extrême on appelle amour."