Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

O fado da Maria que ficou à espera dele, com um gato-de-guarda.
Estava toda à espera dele.

Cada noite descarregava palavras dialectos na língua conhecida e deles. Estilhaços, novelos, espinhas, pedaços de corda, tensa ou com nós.
Na incerteza dos dias espero um só dia.
Aquele em que voltas.

1 comentários:

eva Largo disse...

Maria como estas ? hace tiempo que no se de ti ! Esperp que todo siga bien en Berlin . Te esperamos aqui en Vincennes para presentarte nuestro taller.
Besos.

p.s: tus fotos me hacen "rêver"